Sabia que…

A configuração e parametrização inicial de um Repositório Institucional suportado na plataforma DSpace, quer ele seja alojado em servidor próprio, quer seja alojado no Serviço de Alojamento de Repositórios Institucionais (SARI), é um procedimento simples, mas que requer alguma atenção.

De seguida apresentamos alguns exemplos de restrições a ter em conta.

Sabia que… o número máximo de caracteres passível de ser utilizado para os nomes das comunidades e das colecções é de 124 incluindo os espaços?

É verdade, e esta restrição tem especial importância para o caso das colecções com nomes compridos; e mais ainda se for utilizado o método aconselhado na acção de formação de gestão do Repositório, de se colocar as iniciais antes do nome real da colecção em causa, o que acrescenta os referidos caracteres ao nome da mesma – por exemplo se a comunidade for Faculdade de Direito, cada uma das colecções terá mais cinco caracteres “FD – “.

Sabia que… só é possível criar um nível de colecções?

As comunidades no DSpace podem ser criadas com os níveis de que a instituição tenha necessidade, por exemplo é possível criar uma comunidade “Faculdade de Direito” e dentro desta outra comunidade “Centro de Estudos Jurídicos”.

No entanto tal não é possível com as colecções, onde só é permitida a criação de um nível para estas.

Por exemplo, se uma instituição desejar criar uma estrutura para as colecções do tipo:

1 – Artigos em revistas internacionais / Papers in international journals (colecção)

1.1 – com Arbitragem/ with Peer-review (sub-colecção)

1.2 – sem Arbitragem / without Peer-Review (sub-colecção)

Tal não é possível (por não existirem sub-colecções) – tendo as colecções de ser criadas, por exemplo da seguinte maneira:

1 – Artigos em revistas internacionais sem Arbitragem / Papers in international journals with Peer-review (colecção)

2 – Artigos em revistas internacionais sem Arbitragem / Papers in international journals with Peer-review (colecção)

Sabia que… a ordenação com que é apresentada a lista das comunidades e das colecções é alfabética?

Trata-se de uma situação esperada e lógica.

No entanto, se a instituição desejar que as suas comunidades e colecções tenham uma ordenação diferente, terá de forçar essa ordenação – por exemplo, iniciando o nome das comunidades e/ou colecções por um código numérico tal como “01 – “ para a que deseje que apareça um  primeiro lugar, “02 – “ para a que deseje que apareça em segundo lugar, etc.

Se descobriu outros exemplos que pense poderem ajudar, quer as instituições actualmente a criar os seus Repositórios, quer as que o venham a fazer no futuro – partilhe aqui a sua experiência.

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