10º aniversário do Projeto RCAAP: briefing, apresentações e vídeos

O Projeto RCAAP – Repositórios Científicos de Acesso Aberto de Portugal celebrou 10 anos de existência no passado dia 17 de dezembro, no auditório da Reitoria da Universidade de Coimbra.

O evento, realizado em parceria entre a FCT/FCCN, a Universidade do Minho e a Universidade de Coimbra teve como objetivo reunir a Comunidade para partilhar e refletir sobre o passado, presente e futuro do projeto RCAAP.

Durante a manhã contou com a participação da Inspiring Keynote Natalia Manola – OpenAIRE Project Manager com uma apresentação subordinada ao tema “Open Science: building technical and social bridges in the era of the European Open Science Cloud”

A parte da tarde foi dedicada às Estórias com História do RCAAP, contadas pela Comunidade, e à Visão dos Utilizadores do Projeto, com a participação de Carlos Fiolhais (Universidade de Coimbra), João Nuno Ferreira (FCT/FCCN), Isabel Ferreira (Instituto Politécnico de Bragança), Pedro Morgado (Universidade do Minho) e Fernanda Olival (Universidade de Évora).

Seguiu-se uma sessão enquadrativa dedicada a quatro pontos fulcrais para o Projeto:

  1. ecossistema de publicação científica para a Ciência Aberta;
  2. inovação, abertura e sustentabilidade na comunicação científica;
  3. inovações (gestão de entidades; esquemas de metadados; processos de agregação, entre outros;
  4. materialização no RCAAP (monitorização da produção científica; obtenção de indicadores; desenvolvimento de novos serviços, entre outros)

O evento terminou com a entrega de quatro prémios de reconhecimento pelo trabalho desenvolvido pelas Instituições de Ensino Superior nos diferentes subsistemas que integram o Projeto.

Em jeito de homenagem a um líder que dedicou grande parte da sua carreira profissional à disseminação do Acesso Aberto, foi entregue um quinto prémio, denominado de “Líder espiritual do Acesso Aberto” a Eloy Rodrigues, diretor dos Serviços de Documentação da Universidade do Minho desde 2002.

+ informações em:

Veja ou reveja o vídeo alusivo aos 10 Anos de História do RCAAP contada pelos seus Protagonistas, disponível no canal Youtube do Projeto.

Projeto RCAAP atribui prémios de reconhecimento no seu 10º aniversário

No âmbito das comemorações do 10º Aniversário do Projeto RCAAP foram atribuídos quatro prémios de reconhecimento pelo trabalho desenvolvido pelas Instituições de Ensino Superior, nos diferentes subsistemas:

Prémio 1 – Mr. / Miss Certinho/a 

Premeia as instituições com maior taxa de cumprimento do Depósito Legal

  • Foi considerado um fator de dimensão (+ de 300 registos no RENATES);
  • Critério de desempate pelo maior número de registos no RENATES.

Foi atribuído um prémio por subsistema de ensino de acordo com o seguinte cálculo:

Origem dos dados – base de dados RENATES;
Data de extração dos dados – 09/11/2018;
Cálculo com base nos seguintes indicadores:
A – Nº total de registos no RENATES por instituição (T&D);
B – Nº total de de registos no RENATES validados com HANDLE no RCAAP.
Taxa de cumprimento = B / A

Os vencedores foram:

Prémio 2 – Mr./Miss Repositório 

Premeia a instituição com melhor imagem de Repositório

  • Votação pela comunidade a partir de printscreens da home page dos repositórios realizada a 17 de outubro;
  • Votação entre 22 de outubro e 19 de novembro;
  • 1 voto por responsável de repositório;
  • Não foi permitido votar no próprio repositório;
  • Venceu o repositório com maior número de votos.

Dessa votação resultaram quatro finalistas (RIA, Estudo Geral, UTAD, UBibliorum), sendo que o vencedor foi o Estudo Geral – Repositório Institucional da Universidade de Coimbra.

Prémio 3 – Eternidade 

Premeia a instituição com melhor score na auditoria final à norma ISO 16363 que analisa a confiança dos repositórios digitais, nomeadamente na capacidade de gerir e preservar o seu conteúdo a longo termo.

  • Considera os repositórios SARI envolvidos na auditoria (25) por uma entidade externa a janeiro e fevereiro 2015 que analisou as 3 áreas da norma (Gestão do Serviço, Gestão dos Objetos, Infraestrutura e Segurança).

Os Vencedores foram o Instituto Politécnico de Castelo Branco e a Universidade do Algarve.

Prémio 4 – Exportador de Ciência

Premeia as instituições com maior número de downloads a partir de origens externas

  • Os valores apurados foram obtidos a partir do módulo de estatísticas dos repositórios que disponibilizam essa informação de forma pública e dizem respeito ao período entre novembro de 2017 a outubro 2018.
  • Foi considerado um fator de dimensão com base nos seguintes valores:
    • 3.000 registos depositados para instituições de ensino superior público ou privado com repositórios próprios ou SARI;
    • 1.000 registos depositados para instituições de I&D e Hospitalares;
    • 500 registos depositados para instituições do Repositório Comum;
  • Critério de desempate pelo maior número de depósitos.

Foi atribuído um prémio por subsistema de ensino mais um prémio para a categoria Hospitais e Institutos de I&D, de acordo com o seguinte cálculo:

  • Origem dos dados – Módulo de estatísticas disponibilizado pelos Repositórios (para os que disponibilizam esta informação);
  • Data de extração dos dados – 15/11/2018;
  • Cálculo com base nos seguintes indicadores:
        • A – Nº de documentos depositados-;
          B – Nº de dw em PT;
          C – Nº de dw de origem desconhecida;
          D – Nº de dw não PT = A – B – C.

Maior Exportador de Ciência = Valor absoluto de D

Os Vencedores foram:

Em jeito de homenagem a um líder que dedicou grande parte da sua carreira profissional à disseminação do Acesso Aberto, foi entregue um quinto prémio, denominado de: Líder espiritual do Acesso Aberto 

Premeia Eloy Rodrigues, diretor dos Serviços de Documentação da Universidade do Minho desde 2002. Em 2003, liderou a criação do RepositoriUM.

Desde julho de 2008 lidera a equipa da Universidade do Minho que operacionaliza, em parceria com a FCT|UCCN, o RCAAP.

Ao nível europeu, é membro do EUA Expert Group on Science 2.0/Open Science em representação do CRUP, e tem coordenado a participação da Universidade do Minho em mais de uma dezena de projetos financiados pela UE.

Em abril de 2015 foi eleito Presidente do Conselho Executivo da Confederation of Open Access Repositories (COAR) tendo sido reeleito em maio de 2018 para o mandato de 2018 a 2021.

Na última década participou em mais de meia centena de palestras, seminários e outras ações de divulgação ou formação sobre o Acesso Aberto e a Ciência Aberta na Europa , em África, na América, na Ásia (China e Japão) e na Oceânia (Austrália).

Novas funcionalidades do DSpace implementadas nos SARI’s

Nos últimos dias os Repositórios Institucionais integrados no serviço SARI do Projeto RCAAP, assentes na plataforma DSpace, têm sido dotados com funcionalidades que promovem a interoperabilidade entre sistemas, permitindo a introdução de identificadores de autores ao nível dos registos, a adoção das novas guidelines do OpenAIRE e métodos adicionais de autenticação, o CiênciaID.

A introdução destas funcionalidades serão potenciadas pelo novo Portal RCAAP e traduzir-se-ão no lançamento de novos serviços como sejam, por exemplo, perfis de autores com informação agregada da sua produção científica, informação sobre projetos financiados, afiliação de autores, possibilidade de auto depósito a partir de outros sistemas, entre outras.

Depois de um período de testes e de uma fase piloto com os repositórios de três instituições (Universidade Católica Portuguesa, Instituto Politécnico de Castelo Branco e Universidade Aberta), até ao início da próxima semana as funções anteriormente identificadas entrarão em fase de produção em todos os repositórios.

Para saber mais informações sobre este processo de implementação e qual o seu impacto nos atuais procedimentos relacionados com o depósito e a gestão de utilizadores nos repositórios, consulte o webinar introdutório sobre “Novas funcionalidades do DSpace” na plataforma eLearning do Projeto RCAAP, nas disciplinas: SARI – Repositórios Institucionais ou Repositório Comum.

Mais de 20 000 registos disponíveis no Repositório Comum

Com mais de 20 000 registos disponíveis de 74 instituições aderentes o Repositório Comum continua a crescer.

Desdobrando o número, o qual resulta do depósito de documentos por parte das instituições, neste repositório 93,84% dos registos encontram-se em Acesso Aberto, sendo as dissertações de mestrado a liderar a tabela no tipo de documento com 54,58%. Em 84,91% o português é o idioma em que se regista mais depósitos.

Trata-se de um serviço gratuito disponibilizado pelo Projeto RCAAP (Repositórios Científicos de Acesso Aberto de Portugal) e destina-se aos investigadores afiliados em instituições do sistema científico nacional (designadamente, centros de investigação públicos ou privados, universidades, institutos politécnicos) que não possuam repositório institucional próprio. Através do Repositório Comum, esses investigadores passam a dispor de um local onde podem arquivar e tornar acessível a sua produção científica (artigos publicados, comunicações aceites e publicadas em conferências, teses de doutoramento e dissertações de mestrado aprovadas).

Aderir ao Repositório Comum converte-se numa forma rápida e célere de se associarem ao movimento do Acesso Aberto, integrar o Projeto RCAAP e de ter acesso a ferramentas, contextos e experiências para servir de base a um repositório próprio, para além da visibilidade e impacto que esta integração acarreta para a produção científica dos próprios autores.

Informações mais detalhadas sobre o Repositório Comum podem ser encontradas aqui ou questionadas através do email: comum@rcaap.pt.

Boas práticas: Inserir TID nas Teses e Dissertações – como fazer?

Sabia que a inserção do identificador TID nas Teses e Dissertações já depositadas é um procedimento muito simples?

Recordamos que o TID é um identificador numérico composto por 9 números que identifica o registo da tese ou dissertação na DGEEC. Este identificador é criado na Plataforma RENATES e mantido pela DGEEC: https://renates.dgeec.mec.pt/ 

São abrangidos legalmente neste processo todos os trabalhos (uma tese de doutoramento, um trabalho previsto nas alíneas a) e b) do n.º 2 do artigo 31.º do Decreto -Lei n.º 74/2006, de 24 de março, na redação dada pelo Decreto -Lei n.º 115/2013, de 7 de agosto, uma dissertação de mestrado ou um trabalho de projeto ou relatório previstos na alínea b) do n.º 1 do artigo 20.º do mesmo diploma legal) que conferem o grau de mestre ou de doutor de acordo com a seguinte legislação:

No website do Projeto RCAAP é possível consultar mais informação prática sobre este tema.

No contexto dos SARI’s, como fazer?

No contexto dos Repositórios Institucionais integrados no Serviço de Alojamento de Repositórios Institucionais (SARI), todo o worflow já está configurado e disponível para receber o TID aquando do depósito ou, mais tarde, na edição dos trabalhos já depositados. Este processo aplica-se também aos repositórios que tenham incorporado os requisitos para as teses e dissertações.

No momento de depósito dos trabalhos que já tenham sido previamente registados na plataforma RENATES, basta inserir o identificador no seguinte campo:

Para os trabalhos que já tinham sido depositados mas que só agora se efetou o registo ou que só agora se tomou conhecimento do identificador TID, basta localizar o trabalho e efetuar a edição do mesmo:

1- Editar o Registo

2 – Adicionar um novo campo “dc.identifier.tid” com a indicação do TID

3 – Clicar em atualizar para guardar as alterações efetuadas. 

Após este processo, o registo do repositório possui adeaquadamente o TID e permitirá a sua divulgação nos restantes sistemas.

O Interface OAI-PMH

Tecnicamente, o próximo passo é a exibição da informação do TID no protocolo OAI-PMH do repositório. Por norma, o OAI-PMH do repositório é atualizado diariamente, pelo que um trabalho depositado ou editado num dia ficará apenas disponível nesse interface no dia seguinte.

Para consultarem o endereço OAI-PMH, na maior parte dos casos basta adicionar ao endereço do repositório o valor “/oai/request”, por exemplo, o repositório Comum: https://comum.rcaap.pt tem o OAI-PMH em: https://comum.rcaap.pt/oai/request . Podem consultar os endereços OAI-PMH dos repositório no diretório do Portal RCAAP: https://www.rcaap.pt/directory.jsp .

Após identificarem o endereço do OAI-PMH do vosso repositório, podem verificar no menu “Identifiers” os trabalhos do repositório e os metadados expostos.

Para consultar um item em particular, basta clicar no primeiro item que aparece na lista em “View Details”.

E substituir o último número no URL pelo número do trabalho que pretendem analisar. Por exemplo, neste caso substituir o 12 por 20184.
https://comum.rcaap.pt/oai/request?verb=GetRecord&metadataPrefix=oai_dc&identifier=oai:comum.rcaap.pt:10400.26/12

Passa a https://comum.rcaap.pt/oai/request?verb=GetRecord&metadataPrefix=oai_dc&identifier=oai:comum.rcaap.pt:10400.26/20184.

Neste caso, vamos ver o que é exposto no OAI-PMH para o trabalho: https://comum.rcaap.pt/handle/10400.26/20184

Na listagem dos elementos de metadados conseguimos identificar o TID do trabalho corretamente exposto:

Neste caso em particular, o TID está corretamente exposto pelo repositório. O próximo passo é o Portal RCAAP identificar e agregar essa informação.

No Portal RCAAP

O Portal RCAAP agrega diariamente todos os recursos (revistas e repositórios) integrados e no caso das teses e dissertações, identifica e guarda o TID associado a cada trabalho. Uma vez que essa informação é administrativa, não é apresentada para os utilizadores finais no interface do Portal.

Considerando os períodos de indexação do OAI-PMH do repositório, o período de agregação do Portal RCAAP e o período de consulta do RENATES ao Portal, um trabalho depositado no repositório pode demorar 3 -4 dias a ficar totalmente fechado.

No caso do Portal RCAAP, o RENATES consulta a API do Portal para obter informação de um determinado item com base no identificador TID. Se encontrar um registo com a identificação correta, o trabalho é automaticamente fechado no RENATES.

Para verificarem se o TID está no Portal podem aceder ao seguinte URL, devendo apenas substituir o valor do “identifier” no final pelo TID desejado:

https://www.rcaap.pt:443/api/v1/documents?page=1&&jsonp=rcaapCallback&&resultsPerPage=10&includeAllRepositories=true&&&&&&&&&&&&&identifier=201816962

Em alguns casos particulares, o Portal RCAAP pode não atualizar e identificar os TIDs dos trabalhos, sendo necessário agregar totalmente o repositório para que essas alterações sejam consideradas. Por norma, pode acontecer nos casos de introdução retrospetiva do TID quando o registo não é devidamente exposto com a data de atualização. Nestes casos particulares, contacte o helpdesk do RCAAP para que se proceda à agregação total.

No contexto dos Repositórios com Gestão Local, como fazer?

No contexto dos Repositórios Institucionais locais que não são abrangidos pelo Serviço de Alojamento de Repositórios Institucionais (SARI) deverão implementar os seguintes requisitos:

Estas instruções têm por base a plataforma DSpace 5.x, contudo, os requisitos base são idênticos para outras plataformas.

Plumx da Plum Analytics implementado no RI do CHUC

Foi implementado no Repositório Institucional do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra o PlumX Metrics.

plumx

O PlumX Analytics, da EBSCO information Services, é um serviço que demonstra como a investigação é utilizada e comentada em diversos serviços de uso global. Se por um lado exponencia o valor dos repositórios institucionais e incentiva ao depósito, por outro permite aos autores analisar o impacto e alcance da sua produção científica num só lugar.

O Plumx monitoriza as métricas não só de artigos como de outras produções científicas e apresenta os resultados em 5 categorias: redes sociais, citações, uso, resultados e menções. Para além dessa categorização quantifica os resultados e permite ver a fonte da informação dessa ocorrência.

No contexto do Repositório Institucional foi integrado o PlumX Print Widget para a visualização da informação das métricas alternativas de cada artigo.

Consulte um exemplo aqui.

Seminário: 10 anos de Ciência Aberta do IPB

Decorreu no dia 20 de junho de 2016, no Instituto Politécnico de Bragança (IPB), no Auditório da Escola Superior de Tecnologia e Gestão, o Seminário: 10 Anos de Ciência Aberta do IPB (Vídeo). A sessão foi organizada no âmbito da celebração do 10º aniversário da Biblioteca Digital do IPB.

A sessão de abertura foi efetuada pelo Prof. João Sobrinho Teixeira, Presidente do Instituto Politécnico de Bragança e pela Prof. Maria Fernanda Rollo, Secretária de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior.

IMG_6300Como conferencistas esteve presente Eloy Rodrigues, Diretor dos Serviços de Documentação da Universidade do Minho e Presidente do COAR e Vasco Vaz, Fundação para a Ciência e Tecnologia

O Presidente do IPB falou da investigação praticada no IPB e do sucesso do repositório e assinou a nova Política de Acesso Aberto de Publicações Científicas na Biblioteca Digital do IPB

IMG_6271A Prof. Maria Fernanda Rollo, Secretária de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, elogiou a Biblioteca Digital do IPB referindo a iniciativa e a competência com que o fez, referiu indicadores estatísticos do repositório. Falou da ambição de criar uma Política Nacional de Ciência Aberta, referindo que: “temos como consigna fundamental de ciência em Portugal, uma política de conhecimento para todos…”.

Já a Coordenadora dos Serviços de Documentação e Bibliotecas do IPB, Clarisse Pais, apresentou uma comunicação sobre: Biblioteca Digital do IPB: 10 anos ao serviço da informação científica. Dignificou o sucesso nacional e internacional que a Biblioteca Digital do IPB possui, salientando os mais de seis milhões de downloads e os 92% de documentos depositados em acesso aberto. A nível internacional evidenciou o estudo efetuado pelo projeto Pasteur4OA, que coloca o IPB em segundo lugar, a nível mundial, em termos da taxa de depósitos de artigos presentes na WoS entre 2011-2013, de referir que esses artigos estão em acesso aberto. A pensar numa abertura do repositório à comunidade em geral, mostrou uma coleção que se chama Repositório de Memória Regional, onde podem ser depositados documentos com interesse para a cultura regional, que sejam de domínio público, ou por quem detenha os direitos de autor.

Na Mesa Redonda, moderada pelo Prof. Orlando Rodrigues, constituída por dois investigadores do IPB (Isabel C.F.R. Ferreira e Paulo Leitão), a Diretora do Museu Abade de Baçal (Ana Maria Afonso), dois empresários (Óscar Gonçalves e José Amaral) e Clarisse Pais, foi discutida a importância da Biblioteca Digital do IPB e como poderão as empresas e instituições regionais beneficiar da produção científica disponibilizada em acesso aberto. O IPB foi confrontado com ideias interessantes para o desenvolvimento de novos serviços associados à Biblioteca Digital do IPB.IMG_6335

Tendo em conta as excelentes intervenções e a importância para toda a comunidade científica, este Seminário foi notável e contou com uma assistência de docentes, investigadores, funcionários do IPB e elementos da comunidade local.

Considerando a experiência do IPB, as políticas da Comissão Europeia, a Política de Acesso Aberto da FCT e as Diretrizes para Políticas de Acesso Aberto para instituições que realizam investigação científica, do projeto PASTEUR4OA, o IPB entendeu atualizar a política de Acesso Aberto para as publicações científicas produzidas na comunidade académica. A nova Política, foi assinada no início da sessão de abertura e pode ser consultada em: http://www.ipb.pt/go/i090

Sendo hoje a Biblioteca Digital do IPB um manifesto caso de sucesso e uma referência no contexto nacional e internacional, pretende-se agora abri-lo à Comunidade em Geral, aumentando a sua visibilidade junto das empresas e equacionando novas formas mais facilitadoras do acesso e disponibilização da informação contida no repositório.

Parabéns à Biblioteca Digital do IPB 🙂

Post escrito por: Clarisse Pais – Instituto Politécnico de Bragança

Repositório Científico do IPCB completa 5 anos de existência

O Repositório Científico do Instituto Politécnico de Castelo Branco (RCIPCB) completou cinco anos de existência.

Poster_RCIPCB_FINAL-page-001Foram cinco anos de grande atividade em termos de crescimento, desenvolvimento, resposta a novos desafios e, sobretudo, partilha de saberes com toda a comunidade científica.

Esta atividade traduziu-se no crescimento do Repositório, transformando-o numa ferramenta incontornável de partilha, difusão, organização e preservação da produção científica do IPCB em suporte digital.

Neste processo de criação, funcionamento e amadurecimento do RCIPCB é de destacar o contributo inestimável dos docentes e investigadores do Instituto Politécnico de Castelo Branco para o crescimento e qualidade do RCIPCB e ainda o trabalho desenvolvido por todos os colaboradores que exercem funções ou contribuem para o bom funcionamento do Repositório.

Para assinalar o evento o RCIPCB editou um póster com o resumo da performance ao longo dos seus 5 anos de vida.

Parabéns ao RCIPCB!

Repositório Científico do ISMAI integra o Portal RCAAP

 

ISMAI

No âmbito da candidatura à oitava CALL, que decorreu no último trimestre de 2013, para apresentação de candidaturas à criação de um repositório institucional em regime de SARI (Serviço de Alojamento de RepositórioInstitucional) do RCAAP (Repositório Científico de Acesso Aberto de Portugal), o Repositório Científico do ISMAI passou a estar presente no portal RCAAP .

Tem por objetivo recolher, armazenar, gerir, preservar e promover a produção científica da comunidade académica do ISMAI e permitir o acesso livre ao seu texto integral, sempre que possível.

Presentemente possui 98 registos agregados no portal RCAAP.