Acesso Aberto, Embargado, Restrito e Fechado: relembrar conceitos…

OpenExistem nos repositórios institucionais 4 tipos de direito de acesso aos documentos:

Acesso Aberto (Open Access) o acesso ao documento é direto e imediato não existindo qualquer obstáculo. O acesso Aberto significa a disponibilização online, sem restrições de acesso, de literatura de caráter académico e/ou científico. Abrange comunicações em conferências, relatórios, teses e dissertações, artigos, capítulos de livros, etc., permitindo a qualquer utilizador, em qualquer parte do mundo, descarregar, ler, imprimir, pesquisar, à distância de um “click”.

O Acesso Fechado (closedAccess) e o Acesso Restrito (restrictedAccess)  disponibilizam, apenas, metadados, impossibilitando o acesso ao texto integral do documento.
restritos

  • Acesso Fechado ou closedAccess – este tipo de acesso é objetivamente o oposto ao Acesso Aberto. O acesso direto e imediato ao documento não é permitido (apenas o administrador do repositório institucional terá acesso).
  • Acesso Restrito ou restrictedAccess – significa que o acesso direto e imediato só é permitido a um grupo restrito de utilizadores, sendo que o acesso direto e imediato ao conteúdo integral do documento não é permitido ao público em geral. O acesso aberto ao documento pode ser definido, por exemplo, para um grupo de utilizadores no domínio da Instituição (controlo de acesso validado por endereço IP).

embargadoO Acesso Embargado (embargoedAccess) significa que não é permitido o acesso imediato ao conteúdo integral do documento durante um determinado período de tempo (a data a partir do qual o documento será disponibilizado em Acesso Aberto deve ser mencionada nos metadados do registo).

Porém, para os registos com Acesso Embargado, Restrito ou Fechado, qualquer utilizador poderá utilizar a funcionalidade “Solicitar cópia ao autor” que possibilita solicitar diretamente ao(s) autor(es) desses recursos o envio de uma cópia por correio eletrónico, preenchendo para o efeito um formulário que é disponibilizado pelo repositório institucional na página desses registos.

Slides e gravação: webinars integrados nos cursos eLearning do projeto FOSTER

Realizaram-se dois cursos eLearning, no âmbito do projeto FOSTER – Facilite Open Science Training for European Research, os quais tiveram como objetivos alertar para as diretrizes do piloto de dados científicos no programa H2020 e informar os investigadores sobre o cumprimento do mandato de Acesso Aberto do H2020 depositando as suas publicações em Acesso Aberto.

Estes cursos foram promovidos pelos Serviços de Documentação da Universidade do Minho, enquanto coordenadores do projeto FOSTER.

FOSTER

Os conteúdos apresentados nos webinars estão acessíveis e disponíveis no webiste do projeto FOSTER mas também aqui:

Piloto de Dados Científicos Abertos no H2020

(1 de julho, 11h00 – orador: Pedro Príncipe).
Destinatários: investigadores, coordenadores de projetos científicos, gestores de ciência, gestores de repositórios e bibliotecários.
Slides: https://www.fosteropenscience.eu/content/open-data-h2020-0

Acesso Aberto às Publicações Científicas do H2020

(7 de julho, 10h00 – orador: Eloy Rodrigues).
Destinatários: investigadores, coordenadores de projetos científicos, gestores de ciência, gestores de repositórios e bibliotecários.
Gravação: https://www.fosteropenscience.eu/content/open-access-publications-h2020-0
Slides: http://www.instantpresenter.com/eifl/EB58DE82824D

Projeto FOSTER com Website renovado

FOSTER – Facilitate Open Science Training for European Research, é um projeto que tem como objetivo apoiar diferentes intervenientes envolvidos no processo de comunicação científica. Oportunamente divulgado a toda a comunidade, apresenta-se agora com o novo Portal onde podem consultar desde já a agenda de eventos suportados pelo projeto relacionadas com open science, open data, open access entre outros. Além do portal, possui ainda uma novo website com  mais conteúdos, disponível em:FOSTER_header

http://www.fosteropenscience.eu/.

Teve início em fevereiro de 2014 e irá terminar em janeiro de 2016 e propõe-se promover o acesso aberto no contexto do Espaço Europeu da Investigação (EEI), assim como a analogia com as políticas de acesso aberto e com as regras de participação no Horizonte 2020 – Programa-Quadro Comunitário de Inestigação & Inovação que se destina a apoiar a investigação.

Este projeto pretende criar um programa de formação sobre acesso aberto e dados abertos direcionada a diferentes comunidades e países integrantes do EEI.

O projeto é coordenado pela Universidade do Minho e o consórcio é constituído por mais 12 parceiros.

Workshops sobre ISO 16363:2012

workshopRealizaram-se nos passados dias 24 de abril em Lisboa, 30 de abril no Porto e dia 9 de maio online, os workshops com o objetivo de analisar os planos de ação resultantes da auditoria aos repositórios SARI  com o referencial normativo ISO 16363:2012, que se concluiu no final de fevereiro e que constituiu a primeira etapa do processo.

Dessa auditoria resultaram algumas não conformidades transversais aos repositórios, sendo que a resolução das mesmas passará pela aplicação de boas práticas e troca de experiências de alguns repositórios conformes.

É precisamente neste contexto que a realização dos workshops se revestiram de vital importância dado que as instituições com melhor pontuação em cada um dos requisitos foram convidadas a partilhar as suas experiências e boas práticas que permitirão o cumprimento desses requisitos.

Assim, com estes encontros pretendeu-se tomar conhecimento das principais constatações, as quais foram analisadas e discutidas, em conjunto, de forma a aumentar a maturidade dos repositórios.

Numa segunda etapa prevê-se a elaboração de um plano de preservação digital e uma política de preservação digital transversal a todos os repositórios do consórcio RCAAP.

Esta iniciativa pretende, através de uma visão integrada dos repositórios do serviço SARI, aumentar a qualidade dos repositórios portugueses para enfrentarem novos desafios no futuro.

CALL para integrar conteúdos no Website do projeto FOSTER

No âmbito do projeto FOSTER – Facilitate Open Science Training for European Researchque é uma iniciativa que pretende apoiar diferentes intervenientes envolvidos no processo de comunicação científica, informamos toda a Comunidade que se encontra aberta uma CALL para submissão de conteúdos ao nível do Acesso Aberto, Dados Científicos e Ciência Aberta, em qualquer idioma, no website do projeto (http://www.fosteropenscience.eu/).

fosterEsta chamada tem como finalidade a identificação e o mapeamento de conteúdos relevantes passíveis de serem referenciados no Portal de Conteúdos e utilizados em contexto de formação do FOSTER cujo objetivo será o de formar investigadores, gestores de projetos e outros beneficiários para o cumprimento das orientações do H2020.

Procura-se obter essencialmente variedade tanto ao nível temático como ao nível de formatos (textos individuais, slides, vídeos entre outros).

Consulte o texto da call no website do projeto em http://www.fosteropenscience.eu/content-for-open-science/ e o  formulário disponível em http://goo.gl/meV0EK.

Sabia que…

A configuração e parametrização inicial de um Repositório Institucional suportado na plataforma DSpace, quer ele seja alojado em servidor próprio, quer seja alojado no Serviço de Alojamento de Repositórios Institucionais (SARI), é um procedimento simples, mas que requer alguma atenção.

De seguida apresentamos alguns exemplos de restrições a ter em conta.

Sabia que… o número máximo de caracteres passível de ser utilizado para os nomes das comunidades e das colecções é de 124 incluindo os espaços?

É verdade, e esta restrição tem especial importância para o caso das colecções com nomes compridos; e mais ainda se for utilizado o método aconselhado na acção de formação de gestão do Repositório, de se colocar as iniciais antes do nome real da colecção em causa, o que acrescenta os referidos caracteres ao nome da mesma – por exemplo se a comunidade for Faculdade de Direito, cada uma das colecções terá mais cinco caracteres “FD – “.

Sabia que… só é possível criar um nível de colecções?

As comunidades no DSpace podem ser criadas com os níveis de que a instituição tenha necessidade, por exemplo é possível criar uma comunidade “Faculdade de Direito” e dentro desta outra comunidade “Centro de Estudos Jurídicos”.

No entanto tal não é possível com as colecções, onde só é permitida a criação de um nível para estas.

Por exemplo, se uma instituição desejar criar uma estrutura para as colecções do tipo:

1 – Artigos em revistas internacionais / Papers in international journals (colecção)

1.1 – com Arbitragem/ with Peer-review (sub-colecção)

1.2 – sem Arbitragem / without Peer-Review (sub-colecção)

Tal não é possível (por não existirem sub-colecções) – tendo as colecções de ser criadas, por exemplo da seguinte maneira:

1 – Artigos em revistas internacionais sem Arbitragem / Papers in international journals with Peer-review (colecção)

2 – Artigos em revistas internacionais sem Arbitragem / Papers in international journals with Peer-review (colecção)

Sabia que… a ordenação com que é apresentada a lista das comunidades e das colecções é alfabética?

Trata-se de uma situação esperada e lógica.

No entanto, se a instituição desejar que as suas comunidades e colecções tenham uma ordenação diferente, terá de forçar essa ordenação – por exemplo, iniciando o nome das comunidades e/ou colecções por um código numérico tal como “01 – “ para a que deseje que apareça um  primeiro lugar, “02 – “ para a que deseje que apareça em segundo lugar, etc.

Se descobriu outros exemplos que pense poderem ajudar, quer as instituições actualmente a criar os seus Repositórios, quer as que o venham a fazer no futuro – partilhe aqui a sua experiência.

A Comunicação Científica e o Repositório Institucional do HFF


No passado dia 21 de Maio de 2010, no Auditório do Hospital Prof. Dr. Fernando Fonseca, E.P.E, teve lugar uma Conferência sobre “A Comunicação Científica e o Repositório Institucional do HFF”.

A sessão de abertura foi efectuada pelo Presidente do Conselho de Administração do HFF e contou ainda com a presença das Direcções Clínica, de Enfermagem, do Internato Médico e da Coordenação do Ensino Médico Pré-Graduado, médicos, enfermeiros, técnicos e outros profissionais de saúde.

Na 1ª parte, o Prof. Dr. Lino Gonçalves proferiu uma Conferência sobre “A importância da comunicação científica em medicina”.

Na 2ª parte, decorreu uma Mesa Redonda, subordinada ao tema “O Projecto RCAAP e o Repositório Institucional do HFF”, com as seguintes intervenções:

  • O “Open Access” – Acesso Livre ao Conhecimento – Dr. Eloy Rodrigues
  • O Projecto RCAAP – Dr. João Moreira
  • O Repositório Institucional do HFF – Dra. Arminda Sustelo

No final da sessão, teve lugar um debate onde se procurou responder a todas as questões levantadas pelos participantes.

O Repositório Institucional do HFF, o 2º na área hospitalar em Portugal, está disponível em: http://repositorio.hff.min-saude.pt/

IPL realiza acção de formação sobre o Ic-Online

O Instituto Politécnico de Leiria (IPL) realizou, no passado dia 10 de Março, uma sessão de formação sobre o Ic-Online, o Repositório institucional do IPL, dirigida aos colaboradores Serviços de Documentação, que desempenham funções nas quatro Bibliotecas do IPL. Esta sessão teve como objectivos apresentar o Repositório, a sua estrutura e workflow, assim como as tarefas que são desempenhadas por elementos dos Serviços de Documentação. A sessão terminou com um debate sobre novas estratégias a implementar para potenciar a divulgação do Repositório no seio da comunidade académica do IPL e, desta forma, aumentar o número de documentos depositados.

Esta sessão realizada integra-se num plano mais vasto de divulgação interna do Ic-Online, no âmbito do qual estão também já agendadas sessões de divulgação destinadas à comunidade docente, que se realizarão ainda durante o primeiro semestre de 2010, em todos os Campi do IPL.

Assim vai a divulgação do Open Access e dos repositórios institucionais em Portugal. E, no resto do mundo, as iniciativas também não param. Pode consultar aqui a agenda dos eventos e conferências que se irão realizar em 2010: http://oad.simmons.edu/oadwiki/2010#March.

REPOSITÓRIO CIENTÍFICO DO IPCB

SESSÕES DE FORMAÇÃO NAS ESCOLAS SUPERIORES


Dando continuidade ao Plano de Divulgação interna do Repositório Científico do Instituto Politécnico de Castelo Branco (RIPCB) a Equipa do Repositório preparou seis sessões de formação a ministrar uma por cada Escola do Instituto. Estas sessões visam sensibilizar os membros do IPCB para a necessidade de integrarem, de forma activa, o RIPCB.

A estrutura das sessões é suportada numa apresentação teórica acerca Repositório e do seu funcionamento e é complementada por uma demonstração prática de arquivo de documentos. No sentido de motivar a assistência para a participação, os documentos depositados durante as sessões são sempre da autoria de um docente da Escola onde se realiza a sessão. Para além disso o debate está aberto ao longo de toda a apresentação, tornando as sessões muito dinâmicas e participadas.

As questões mais colocadas pelos participantes estão relacionadas com os direitos de autor, tipos de documentos aceites pelo Repositório e dúvidas sobre o arquivo de documentos que já se encontram depositados em outros Repositórios institucionais.

Uma vez concluídas as apresentações, ainda no âmbito da campanha de divulgação do RCIPCB, serão lançadas periodicamente novas acções promocionais, sendo que a primeira é o lançamento, posterior à realização das sessões, de um convite via mailing list a todos os membros do IPCB para procederem ao seu registo no Repositório com vista à obtenção de permissão para auto-arquivo.

MER

(P’A Equipa do Repositório)