ConfOA 2017: prazo de submissão de trabalhos adiado

Foi prorrogado até ao próximo dia 23 de abril de 2017 o prazo de submissão dos trabalhos nas modalidades de comunicação, pecha kucha e póster para a 8ª Conferência Luso-Brasileira de Acesso Aberto que se irá realizar na Fiocruz, Rio de Janeiro – Brasil.

O processo de apresentação e modelos das propostas estão disponíveis para consulta e download no website da CONFOA em: http://confoa.rcaap.pt/2017/chamada/

Em 2017, os temas a serem tratados no âmbito da Conferência são os seguintes:

  • Acesso Aberto e Dados Científicos Abertos: marcos legais, políticas e práticas
    • Repositórios digitais – institucionais, temáticos, de dados de pesquisa ou de património cultural
    • Revistas científicas de acesso aberto e tendências na comunicação e divulgação científica
    • Publicação institucional em acesso aberto
    • Direito autoral e propriedade industrial
    • Análise e avaliação de políticas públicas, institucionais e de fomento
    • Modelos e padrões de metadados
    • Preservação Digital
  • Ciência Aberta e outras expressões de conhecimento aberto
    • Ética, Integridade da Pesquisa e RRI (Investigação e Inovação Responsáveis)
    • Modelos tradicionais e alternativos de avaliação da Ciência (bibliometria e métricas alternativas)
    • Ciência cidadã
    • Dados governamentais abertos
    • Outras práticas de conhecimento aberto (hardware e software livre, educação aberta)
  • Sistemas de gestão de informação de Ciência e Tecnologia (CRIS)
    • Interoperabilidade entre sistemas de informação de apoio à atividade científica e acadêmica
    • Softwares livres para a construção de CRIS

A ConfOA acolhe propostas sobre estes temas e também outros relacionados com os aspectos políticos, legais, sociais, organizativos ou técnicos do Acesso Aberto e da Ciência Aberta.

A Comissão Organizadora aguarda expectante a receção dos vossos trabalhos: http://confoa.rcaap.pt/2017/submissoes-on-line/

RLEC: primeiro recurso de 2017 a integrar o portal RCAAP

Fundada em 2013 e editada até 2016 numa parceria entre a Universidade do Minho e a Universidade de Aveiro, a Revista Lusófona de Estudos Culturais (RLEC) é hoje um projeto editorial do Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade (CECS), da Universidade do Minho. Financiada pela Fundação para a Ciência e Tecnologia, disponibiliza as suas publicações no RepositóriUM da UMinho.

Tem como objetivo servir os países de língua oficial portuguesa, assim como as suas diásporas, proporcionando-lhes condições científicas que lhes permitam configurar os atuais desafios das culturas, das artes e das línguas.

A RLEC é uma revista académica on-line, de acesso livre, dirigida tanto a académicos consagrados, como a investigadores principiantes, nacionais e estrangeiros. Aceita artigos nas áreas das ciências humanas e sociais e das artes plásticas e performativas, nas línguas portuguesa e inglesa.

Lembrete: 8ª CONFOA – chamada de trabalhos

Recordamos que a chamada de trabalhos para a 8ª Conferência Luso-Brasileira de Acesso Aberto termina, precisamente, daqui a um mês: 09 de abril.

Os temas a serem tratados no âmbito da Conferência são os seguintes:

  • Acesso Aberto e Dados Científicos Abertos: marcos legais, políticas e práticas
    • Repositórios digitais – institucionais, temáticos, de dados de pesquisa ou de património cultural
    • Revistas científicas de acesso aberto e tendências na comunicação e divulgação científica
    • Publicação institucional em acesso aberto
    • Direito autoral e propriedade industrial
    • Análise e avaliação de políticas públicas, institucionais e de fomento
    • Modelos e padrões de metadados
    • Preservação Digital
  • Ciência Aberta e outras expressões de conhecimento aberto
    • Ética, Integridade da Pesquisa e RRI (Investigação e Inovação Responsáveis)
    • Modelos tradicionais e alternativos de avaliação da Ciência (bibliometria e métricas alternativas)
    • Ciência cidadã
    • Dados governamentais abertos
    • Outras práticas de conhecimento aberto (hardware e software livre, educação aberta)
  • Sistemas de gestão de informação de Ciência e Tecnologia (CRIS)
    • Interoperabilidade entre sistemas de informação de apoio à atividade científica e acadêmica
    • Softwares livres para a construção de CRIS

Acolheremos propostas sobre estes temas, bem como outros relacionados com os aspectos políticos, legais, sociais, organizativos ou técnicos do acesso aberto e da ciência aberta.

O processo de apresentação e modelos das propostas estão disponíveis para consulta e download no website da CONFOA em: http://confoa.rcaap.pt/2017/chamada/

O website da conferência aguarda pelos vossos trabalhos: http://confoa.rcaap.pt/2017/submissoes-on-line/

8ª ConfOA: chamada de trabalhos

confoa2017_2A 8ª Conferência-Luso Brasileira de Acesso Aberto (ConfOA) retorna em 2017 ao Rio de Janeiro onde, em 2011, a ConfOA se realizou pela primeira vez no Brasil. Este ano, a instituição que irá acolher a 8ª ConfOA é a Fundação Oswaldo Cruz, uma referência não apenas na pesquisa e no ensino na área da saúde, mas também no acesso aberto no Brasil. A 8º Conferência-Luso Brasileira de Acesso Aberto realiza-se nos dias 4 e 5 de outubro (com workshops pós-conferência previstos para 6 de outubro), no campus de Manguinhos da Fiocruz.

O tema da 8ª ConfOA é “Do Acesso Aberto à Ciência Aberta”, querendo sublinhar o alargamento do âmbito da Conferência, dado que o Acesso Aberto é uma componente, e uma condição indispensável da Ciência Aberta, que abrange outras dimensões. A ConfOA pretende reunir as comunidades portuguesa, brasileira, bem como dos restantes países lusófonos, que desenvolvem atividades de investigação, desenvolvimento, gestão de serviços e definição de políticas relacionadas com o Acesso Aberto ao conhecimento e com todas as outras vertentes da Ciência Aberta. A ConfOA assume-se como o espaço privilegiado para, com o objetivo de promover a partilha, discussão e divulgação de conhecimentos, práticas e investigação sobre estas temáticas, em todas as suas dimensões e perspetivas.

Assim, convidamos a comunidade a apresentar propostas de trabalhos sobre os seguintes temas:

  • Acesso Aberto e Dados Científicos Abertos: marcos legais, políticas e práticas
  • Repositórios digitais – institucionais, temáticos, de dados de pesquisa ou de património cultural
  • Revistas científicas de acesso aberto e tendências na comunicação e divulgação científica
  • Publicação institucional em acesso aberto
  • Direito autoral e propriedade industrial
  • Análise e avaliação de políticas públicas, institucionais e de fomento
  • Modelos e padrões de metadados
  • Preservação Digital
  • Ciência Aberta e outras expressões de conhecimento aberto
  • Ética, Integridade da Pesquisa e RRI (Investigação e Inovação Responsáveis)
  • Modelos tradicionais e alternativos de avaliação da Ciência (bibliometria e métricas alternativas)
  • Ciência cidadã
  • Dados governamentais abertos
  • Outras práticas de conhecimento aberto (hardware e software livre, educação aberta)
  • Sistemas de gestão de informação de Ciência e Tecnologia (CRIS)
  • Interoperabilidade entre sistemas de informação de apoio à atividade científica e acadêmica
  • Softwares livres para a construção de CRIS

Acolheremos propostas sobre estes temas, bem como outros relacionados com os aspectos políticos, legais, sociais, organizativos ou técnicos do acesso aberto e da ciência aberta.

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Processo de apresentação de propostas

Comunicações (Apresentação oral de 15 minutos)

As propostas para comunicação devem ter um mínimo de 2 páginas e um máximo de 4 páginas (ver e utilizar o modelo de proposta de comunicação). As propostas devem apresentar investigação ou desenvolvimento originais, privilegiando-se os trabalhos que relatem casos gerais (ou seja relativos a mais do que uma instituição ou sistema) e/ou que tenham relevância para uma audiência alargada.

As propostas com qualidade e relevância que não possam ser aceites como comunicações, poderão ser consideradas para apresentação como Pecha Kucha ou Póster.

Pecha Kuchas

Os Pecha Kucha são apresentações de 7 minutos, com não mais de 24 slides. As propostas deverão ter um mínimo de 1 página e um máximo de 2 páginas (ver e utilizar o modelo de proposta Pecha Kucha). As propostas de Pecha Kucha podem apresentar trabalhos de investigação e desenvolvimento recentes ou em conclusão, e eventualmente casos concretos e locais, mas com interesse e relevância geral.

As propostas com qualidade e relevância que não possam ser aceites como Pecha Kucha poderão ser consideradas para apresentação como Póster.

Pósters

Convidamos a apresentação de propostas de pósters, que devem ter 1 página (ver e utilizar o modelo de proposta de póster), que servem para apresentar trabalho ainda em desenvolvimento ou experiências locais. Os pósters serão exibidos em formato papel ou formato digital (serão dadas indicações e instruções para a apresentação dos pósters após a aceitação das propostas), e serão apresentados oralmente na sessão “O meu Póster num minuto”.

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Ranking Web of Repositories: onde estamos?

ranking-webA primeira edição de 2017 do Ranking Web of Repositories já se encontra disponível, na qual é possível verificar em qual posição se encontra cada um dos repositórios institucionais portugueses.

Trata-se de uma publicação semestral realizada desde 2008 pelo Cybermetrics Lab, um grupo de investigação pertencente ao Conselho Superior de Investigações Científicas (CSIC), organismo público dedicado à investigação em Espanha.

A edição atual foi atualizada com os dados recolhidos durante o mês de janeiro de 2017. A próxima edição será publicada no final de julho de 2017.

Da Investigação às Práticas e Sáude & Tecnologia: 2 novas revistas integram o portal RCAAP

As Revistas Científicas Da Investigação às Práticas e Saúde e Tecnologia, pertencentes ao Instituto Politécnico de Lisboa, passaram a integrar o Portal RCAAP.

banner_IPtem como principais objetivos: (a) constituir-se como fórum para investigadores, professores e educadores; (b) divulgar trabalho científico realizado no âmbito da educação; e (c) aproximar o trabalho de investigação às práticas. Todos os artigos são objeto de peer review por dois revisores. Encontra-se indexada na Scielo e está presente no Directory of Open Access Journals (DOAJ).

banner_revista_2-1A Saúde & Tecnologia é uma revista científica em Acesso Aberto com um enquadramento editorial destinado à publicação de artigos de investigação e ensaios que relatem resultados originais e apresentem avanços conceptuais de interesse e significado alargado em todas as áreas das ciências e tecnologias da saúde ou a elas aplicadas. Nesta linha de ação são encorajados os artigos de carácter interdisciplinar a várias áreas científicas em torno do conceito de saúde.

4 novas revistas integram o portal RCAAP

Quatro novas revistas de âmbito internacional e em Acesso Aberto, pertencentes à Cogitatiopress, passam a integrar o portal RCAAP:

  • Media and Communication dedicada-se à investigação da comunicação e campos relacionados. Tem como objectivo ser um fórum de discussão sobre a relevância social e cultural dos media e dos processos de comunicação
  • Politics and Governance, com revisão de pares, tem por objetivo publicar e promover investigação inovadora e de elevada relevânica proveniente de todas as áreas da Ciência Política.
  • Social Inclusion providencia a académicos e policy-makers um fórum para discutir e promover uma sociedade mais inclusiva.
  • Urban Planning  é uma revista de estudos urbanos que tem como objetivo promover a investigação e o conhecimento sobre os vários habitats da humanidade.

logotipo_cogitatio-fwé uma editora fundada em 2014 com o objetivo de promover a divulgação de conhecimento científico em Acesso Aberto, acreditando que o livre acesso gera mais valias, beneficia investigadores, construtores de políticas e sociedade em geral.

7ª ConfOA: programa final

Nos próximos dias 2, 3 e 4 de novembro, no Instituto Politécnico de Viseu, decorrerá a 7ª Conferência Luso-Brasileira de Acesso Aberto, cujo programa já se encontra disponível, e pode ser consultado aqui.

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Destacamos a realização de 3 workshops que se irão realizar no dia 4 de novembro (9:30 – 12:30), em paralelo, em três locais distintos, para os quais se encontram abertas as incrições:

  • workshop 1 – Acesso Aberto no IPV: Tudo sobre o Acesso Aberto no IPV: as insfraestruturas, os serviços e os requisitos FCT e H2020. Formadores: Ricardo Saraiva – Universidade do Minho; Paulo Lopes – FCT/FCCN; Vasco Vaz – FCT; Ângelo Fonseca – Instituto Politécnico de Viseu. Local: Instituto Politécnico de Viseu.

Inscriçõeshttps://goo.gl/forms/n2rQN7LL1Y1e3ud42

  • workshop 2 – Sistemas CRIS: Sistemas de Gestão de Ciência e Repositórios. Formadores: João Mendes Moreira – FCT/FCCN; Fernando Ribeiro – FCT/FCCN; Cátia Laranjeira – FCT/FCCN, José Carvalho – Universidade do Minho. Local: Instituto Politécnico de Viseu.

Inscriçõeshttps://goo.gl/forms/n2rQN7LL1Y1e3ud42

  • workshop 3 – OpenAIRE Portugal: Ciência Aberta e os Requisitos dos Financiadores: Open Access e Open Data no Horizonte 2020. Formadores: Stephen Curry – Imperial College London (Faculty of Natural Sciences); Eloy Rodrigues – Universidade do Minho; Pedro Príncipe – Universidade do Minho. Local: Instituto de Investigação Interdisciplinar da Universidade de Coimbra (ver: www.uc.pt/iii/contactos).

Inscriçõeshttps://goo.gl/forms/rc21dxV80GZsNA3S2

A inscrição é gratuita, mas obrigatória para cada um dos workshops, sendo o número de inscrições limitado à capacidade das salas.

Em caso de dúvida poderão usar o email: confoa2016@pres.ipv.pt

Workshop – A Ciência Aberta no H2020

É já no próximo dia 26 de abril, das 9:00 às 12:00, que se irá realizar no Centro Cultura Vila Flor em Guimarães, integrado no 5° Encontro Português de Jovens Químicos (PYCheM) e o 1° Encontro Europeu de Jovens Químicos (EYCHeM) (http://5pychem.eventos.chemistry.pt/), um workshop dedicado à Ciência Aberta e à política Open Access do programa quadro H2020, promovido pelo projeto FOSTER.

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Focado nos jovens investigadores, este workshop pretende apresentar as vantagens da Ciência Aberta no contexto atual da gestão de ciência e a forma como os financiadores potenciam esse contexto aberto, quer para as publicações, quer para os dados científicos.

Programa:

What could Open Science mean for Chemistry? – Simon Coles – University of Southampton
Open Access to Publications in H2020 – Pedro Príncipe – University of Minho
Research Data Management – Joy Davidson – Digital Curation Centre

A participação no workshop é totalmente gratuita, mas sujeita a inscrição através do correio eletrónico europychem@gmail.com para onde devem enviar o vosso nome completo.

Princípios orientadores para a implementação de uma Política Nacional de Ciência Aberta

conhecimento-compartilhadoDando continuidade às notícias divulgadas relativas aos princípios orientadores para a implementação de uma Política Nacional de Ciência Aberta, divulgamos, agora, a Resolução do Conselho de Ministros nº 21/2016, 1ª série – nº70 de 11 de abril de 2016, na qual é explanado que o conhecimento é de todos e para todos.

Tal como referiu a Secretária de Estado da Ciência e do Ensino Superior, Profª Fernanda Rolo, durante as Jornadas da FCCN 2016 na Universiade do Algarve, neste momento, no plano europeu, Portugal deverá ser um dos poucos países que já avançou no sentido de um compromisso político relativo ao Acesso Aberto.

A imperiosa partilha do conhecimento em Acesso Aberto, sobretudo quando é financiado por recursos públicos, permite garantir a sua reutilização. Segundo a Resolução do conselho de Ministros, tornar a ciência mais aberta e acessível a todos representa um desafio coletivo, político, cultural, económico e social. Certamente tendo por base o artigo 27º da Declaração Universal dos Direitos do Homem proclamada pela Assembleia Geral da ONU em 10 de dezembro de 1948 em que: “Toda a pessoa tem o direito de tomar parte livremente na vida cultural da comunidade, de fruir as artes e de participar no progresso científico e nos benefícios que deste resultam”.

Internacionalmente, instituições como a União Europeia, a OCDE e a UNESCO têm liderado a definição e promoção da Ciência Aberta.

No plano nacional, a Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT) tem desempenhado um papel fulcral nesta matéria, introduzindo, recentemente, a obrigatoriedade de depósito de publicações resultantes de projetos financiados por fundos públicos no RCAAP. Porém, em termos legislativos, o maior impacto em matério do Acesso Aberto está relacionado com o Decreto-Lei nº115/2013 de 7 de agosto, reforçado pelo Regulamento Técnico de Depósito de dissertações e teses de doutoramento, através da Portaria nº 285/2015 de 15 de setembro.

Assim, nos termos da alínea g) do artigo 199º da Constituição o Conselho de Ministros resolve:

1. Aprovar, como princípios orientadores para a implementação de uma Política Nacional de Ciência Aberta, que o Estado e as outras pessoas colectivas públicas que integram a sua administração indireta assumam, no desenvolvimento das suas atribuições:

  • O Acesso Aberto às publicações resultantes de investigação financiada por fundos públicos;
  • O Acesso Aberto aos dados científicos resultantes de investigação financiada por fundos públicos;
  • A garantia da preservação das publicações e dados científicos por forma a permitir a sua reutilização e o acesso continuado.

2. Estabelecer que seja prosseguido um esforço de divulgação e discussão pública sobre os objetivos e as prioridades a considerar na configuração de uma Política Nacional de Ciência Aberta, do qual deve resultar uma Carta de Compromisso para a Ciência Aberta em Portugal.

3. Mandatar o MCTES para criar um Grupo de Trabalho Interministerial que tem como missão apresentar, até final de 2016, uma proposta de Plano Estratégico para a implementação de uma Política Nacional de Ciência Aberta.