Portal RCAAP celebra Dia Internacional da Mulher

mulherNo Dia Internacional da Mulher, 8 de março, consulte e partilhe o que o portal RCAAP agrega sobre a temática.

Há exatamente 160 anos, o movimento feminino de operárias de Nova Iorque libertou as amarras que cingia a Mulher à imagem convencional a que o mundo estava habituado. Não tivesse sido esta grande reivindicação e as condições das mulheres não teriam sofrido alterações durante muitos anos.

O dia 8 de março de 1857 deveria ser uma referência mundial, desígnio de igualdade entre homens e mulheres. No entanto, não o é…

Para a maioria das mulheres é um dia alegre. Porém, não devemos esquecer o propósito da celebração. É impreterível refletir sobre a conjuntura feminina no mundo, sem nunca esquecer a similitude de direitos entre os géneros.

Não deixe de simbolizar este dia!

Semana Internacional de Acesso Aberto 2016: 24 a 30 de outubro

De 24 a 30 de outubro de 2016 irá decorrer a Semana Internacional de Acesso Aberto, evento global com atividades à escala local, que tem como objetivo disseminar o Acesso Livre ao Conhecimento.

banner-oaw-page-001Esta iniciativa teve início em 2007 com um “dia do acesso livre” e desde 2009 que tem vindo a crescer tendo sido prolongada e transformada em “semana do Acesso Aberto”.

Trata-se de um evento promovido pelo SPARC (Scholarly Publishing and Academic Resources Coalition) e assume este ano o tema “Open in Action”. Toda a informação relacionada com a atividade internacional está disponível em www.openaccessweek.org.

rollup-oaw-page-001A adesão do Projeto RCAAP a esta iniciativa ocorre no âmbito das suas atividades de comunicação. Tem como propósito reunir sinergias para fazer desta semana, um evento significativo a nível nacional, com impacto no meio científico e académico e, deste modo, reforçar a importância dos repositórios institucionais e, consequente, promover o Acesso Aberto em Portugal.

Como é habitual, recomendamos que todas as Instituições / Revistas nos façam chegar, em diferentes formatos, todas as atividades que pretendem realizar neste âmbito. No website da Semana estão disponíveis materiais promocionais para que sejam reutilizados e outras informações para serem consultadas e partilhadas.

As iniciativas individuais ou coletivas são importantes, pelo que contamos com o vosso empenho e envio para semanaoa@rcaap.pt para que sejam divulgadas em www.acessolivre.pt.

Saibam +  em:

http://www.acessolivre.pt/semana/

https://www.facebook.com/rcaap

Prorrogação do prazo de submissões de trabalhos para a CONFOA 2016

A submissão de comunicações e pósteres foi prorrogada até dia 15 de maio de 2016.

Os trabalhos poderão ser submetidos nas seguintes modalidades:

  1. a) Comunicações – Deverá ser submetido um resumo informativo de 1 a 2 páginas (aproximadamente 500 a 1.000 palavras), contendo: objetivos, metodologia, resultados e conclusões. Para tal, utilize o formulário de submissão para inserir o resumo da comunicação.
  2. b) Pósteres – Deverá ser submetido um resumo informativo de 1 página (até 500 palavras) contendo: objetivos, metodologia, resultados e conclusões. Para tal, utilize o formulário de submissão para inserir o resumo do póster.

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Para fins de publicação nos Cadernos BAD revista online e em acesso livre, os resumos submetidos e aprovados como Comunicação deverão ser posteriormente complementados com o texto completo.

Serão aceites trabalhos em português, espanhol ou inglês, desde que abordem temáticas relevantes para o contexto luso-brasileiro.

Os temas a serem tratados no âmbito da Conferência são os seguintes:

  • Acesso Aberto e Ciência Aberta (práticas e implicações)
  • Repositórios de publicações científicas;
  • Revistas científicas de acesso aberto;
  • Gestão de dados científicos abertos e repositórios de dados científicos;
  • Políticas e mandatos de acesso aberto;
  • Publicação institucional (editoras universitárias e outras iniciativas)
  • Interoperabilidade entre os repositórios e outros sistemas de informação de apoio à atividade científica e académica;
  • Sistemas de gestão da Ciência e Tecnologia (CRIS);
  • Preservação digital;
  • Direitos de autor;
  • Acesso aberto, bibliometria e métricas alternativas.

As inscrições são gratuitas e devem ser feitas através da página web: http://confoa.rcaap.pt/inscricoes/

Caso tenha alguma dúvida ou questão, poderá contactar-nos através do email confoa2016@pres.ipv.pt.

Acompanhe-nos nas redes sociais:

Facebook: https://goo.gl/wQZHIR  e Twitter: https://twitter.com/confoa

Mais informações em: http://confoa.rcaap.pt/

Três novas revistas passaram a integrar o Portal RCAAP

Ciência de ComputaçãoJournal of Studies on Citizenship and Sustainability e a Nascer e Crescer são as três novas revistas que passaram a integrar o portal RCAAP.

logo_rcc_finalé a revista científica da Universidade Aberta, com previsão de publicação de 1 número por ano, tem por missão disponibilizar gratuitamente o conhecimento científico e contribuir para uma maior democratização mundial do conhecimento.

Com âmbito multidisciplinar, intervem em áreas como fundamentos e linguagens de programação, análise de sistemas e sistemas de informação, inteligência artificial e sistemas de apoio à decisão e redes e multimédia.

Presentemente tem 67 registos agregados no Portal.

JSCSJournal of Studies on Citizenship and Sustainability é uma publicação do Cive Morum – Núcleo de Estudos e Intervenção Cívica do Instituto de Sociologia da Faculdade de Letras da Universidade do Porto que tem como objetivo promover e divulgar a produção de conhecimento nas áreas da economia, política e ética, direitos humanos, movimentos sociais e participação cívica, entre outros temas.

Com publicação anual, durante o mês de novembro, está disponível apenas online, sendo livre o acesso às publicações que têm como língua oficial o português, o inglês e o espanhol.

Atualmente tem já 13 registos integrados.

Logo_Nascer_CrescerA integração da revista Nascer e Crescer no portal RCAAP, pertencente ao Centro Hospitalar do Porto, decorreu da candidatura à CALL aberta em 2015 para o SARC. Destina-se a todos os interessados na área da Saúde Materno Fetal, Neonatal e Pediátrica, com publicação trimestral.

Tem como principais objetivos a difusão de informação científica, rigorosa, atualizada e a promoção da investigação, sendo o seu conteúdo composto por artigos originais, artigos de revisão, casos clínicos, artigos de opinião e resumos de apresentações em eventos científicos.

Princípios orientadores para a implementação de uma Política Nacional de Ciência Aberta

conhecimento-compartilhadoDando continuidade às notícias divulgadas relativas aos princípios orientadores para a implementação de uma Política Nacional de Ciência Aberta, divulgamos, agora, a Resolução do Conselho de Ministros nº 21/2016, 1ª série – nº70 de 11 de abril de 2016, na qual é explanado que o conhecimento é de todos e para todos.

Tal como referiu a Secretária de Estado da Ciência e do Ensino Superior, Profª Fernanda Rolo, durante as Jornadas da FCCN 2016 na Universiade do Algarve, neste momento, no plano europeu, Portugal deverá ser um dos poucos países que já avançou no sentido de um compromisso político relativo ao Acesso Aberto.

A imperiosa partilha do conhecimento em Acesso Aberto, sobretudo quando é financiado por recursos públicos, permite garantir a sua reutilização. Segundo a Resolução do conselho de Ministros, tornar a ciência mais aberta e acessível a todos representa um desafio coletivo, político, cultural, económico e social. Certamente tendo por base o artigo 27º da Declaração Universal dos Direitos do Homem proclamada pela Assembleia Geral da ONU em 10 de dezembro de 1948 em que: “Toda a pessoa tem o direito de tomar parte livremente na vida cultural da comunidade, de fruir as artes e de participar no progresso científico e nos benefícios que deste resultam”.

Internacionalmente, instituições como a União Europeia, a OCDE e a UNESCO têm liderado a definição e promoção da Ciência Aberta.

No plano nacional, a Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT) tem desempenhado um papel fulcral nesta matéria, introduzindo, recentemente, a obrigatoriedade de depósito de publicações resultantes de projetos financiados por fundos públicos no RCAAP. Porém, em termos legislativos, o maior impacto em matério do Acesso Aberto está relacionado com o Decreto-Lei nº115/2013 de 7 de agosto, reforçado pelo Regulamento Técnico de Depósito de dissertações e teses de doutoramento, através da Portaria nº 285/2015 de 15 de setembro.

Assim, nos termos da alínea g) do artigo 199º da Constituição o Conselho de Ministros resolve:

1. Aprovar, como princípios orientadores para a implementação de uma Política Nacional de Ciência Aberta, que o Estado e as outras pessoas colectivas públicas que integram a sua administração indireta assumam, no desenvolvimento das suas atribuições:

  • O Acesso Aberto às publicações resultantes de investigação financiada por fundos públicos;
  • O Acesso Aberto aos dados científicos resultantes de investigação financiada por fundos públicos;
  • A garantia da preservação das publicações e dados científicos por forma a permitir a sua reutilização e o acesso continuado.

2. Estabelecer que seja prosseguido um esforço de divulgação e discussão pública sobre os objetivos e as prioridades a considerar na configuração de uma Política Nacional de Ciência Aberta, do qual deve resultar uma Carta de Compromisso para a Ciência Aberta em Portugal.

3. Mandatar o MCTES para criar um Grupo de Trabalho Interministerial que tem como missão apresentar, até final de 2016, uma proposta de Plano Estratégico para a implementação de uma Política Nacional de Ciência Aberta.

Teses e Dissertações: requisitos técnicos para os Repositórios Institucionais locais

Dando continuidade aos trabalhos desenvolvidos pelo Projeto RCAAP relativos à disseminação, gestão e preservação a longo prazo das Teses de Doutoramento e Dissertações de Mestrado, disponibiliza-se, publicamente, a definição dos requisitos técnicos necessários para os Repositórios Institucionais locais que não são abrangidos pelo Serviço de Alojamento de Repositórios Institucionais – SARI.
TESES
Este tutorial destina-se a todos os utilizadores que tenham como tarefa dar cumprimento ao depósito legal de teses e dissertações, tendo como principal objetivo apoiar no cumprimento da legislação em vigor nas várias componentes técnicas, de gestão e integração.

Estão previstas 3 versões deste relatório, que serão disponibilizadas gradualmente:
– Versão 1 – Definição dos requisitos técnicos no repositório institucional [ATUAL]
– Versão 2 – Workflows na instituição
– Versão 3 – Integração com DGEEC/Renates e Portal RCAAP

IV Conferência do IPCB sobre o livre acesso ao conhecimento científico

IPCBDecorreu no dia 20 de janeiro de 2016, no Instituto Politécnico de Castelo Branco (IPCB) – Auditório Comenius, a IV Conferência do IPCB sobre o Livre Acesso ao Conhecimento Científico. A sessão, organizada no âmbito da celebração do 6.º Aniversário do Repositório Científico do IPCB, teve como tema “Open Access em Portugal: Novos Desenvolvimentos”.

Foram conferencistas Eloy Rodrigues e José Carvalho da Universidade do Minho (UM) e João Moreira e Vasco Vaz da Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT).

A conferência foi presidida pelo Professor Carlos Maia, Presidente do IPCB, que abriu a sessão com uma alocução focada na importância do Repositório do ponto de vista institucional, com particular destaque para o instrumento em si, enquanto agregador, difusor e potenciador da preservação da produção intelectual científica do IPCB. Por imperativos de agenda da presidência a moderação da sessão ficou posteriormente a cargo da administradora do repositório científico Maria Eduarda Rodrigues. A conferência decorreu de acordo com o seguinte programa:

  • O acesso aberto no Horizonte 2020: os requisitos e as ferramentas  para o sucesso nas candidaturas e na gestão dos projetos – Eloy Rodrigues (UM)
  • O projeto RCAAP e os novos desafios na gestão de ciência – José Carvalho (UM)
  • Implementação da política de Acesso Aberto no financiador Fundação para a Ciência e a Tecnologia – Vasco Vaz (FCT)
  • PTCRIS: um ecossistema para facilitar a gestão da atividade científica nacional – João Mendes Moreira (FCT)

A apresentação dos diversos palestrantes seguiu a ordem do programa enunciado acima tendo ocorrido, no final, uma sessão de perguntas em que os participantes procuraram obter esclarecimentos relativamente a algumas das questões suscitadas.

Tendo em conta as temáticas abordadas, a sua importância para a comunidade científica e a abrangência de assuntos que procurou alcançar, a conferência foi muito interessante e muito importante já que foram transmitidas informações relevante sobre os projetos em curso ou a desenvolver, sobre a importância e as consequências da aprovação e implementação da Política de Acesso Aberto da FCT e a relevância da construção de um sistema nacional de gestão de ciência. A conferência contou, entre a assistência com a presença de alguns docentes/investigadores da instituição, de alguns dirigentes e presidentes de órgãos científicos do IPCB e das suas Unidades Orgânicas e de alguns elementos do staff das bibliotecas ligados ao Repositório Científico.

Durante a sessão a audiência foi informada de que as estatísticas do Repositório Científico do IPCB haviam já sido repostas o que constituiu uma excelente notícia para todos.

Parabéns ao RCIPCB!

Post escrito por Maria Eduarda Rodrigues – IPCB

Estudo prospetivo sobre a implementação do DOI em Portugal: aplicação nos serviços do Projeto RCAAP

Clip_DOI_blog.fwEm fase de discussão pública, o estudo realizado pelo Grupo de Trabalho das Bibliotecas de Ensino Superior da Associação Portuguesa de Bibliotecários Arquivistas e Documentalistas, partiu da necessidade da definição e análise, no âmbito das atividades do projeto RCAAP, do modelo de negócio para a atribuição de identificadores únicos e persistentes do sistema Digital Object Identifier (DOI) às teses, dissertações e outra literatura cinzenta, assim como a outras publicações científicas e académicas de Portugal. Esta análise norteia-se pelos desenvolvimentos legais para a disponibilização das teses e dissertações e pelas diferentes aplicações no contexto nacional da publicação científica e académica, como o Serviço de Alojamento de Revistas Científicas (SARC) e os Repositórios do Projeto.

O estudo é composto por cinco partes onde se apresenta o enquadramento ao atual modelo de funcionamento e organização do DOI e respetivo âmbito de aplicação em Portugal, e se perspetivam os modelos de governação e linhas de ação no quadro das atividades RCAAP. Na primeira parte enquadra-se o conceito, quadro normativo e organização do DOI. Na segunda e terceira parte desenvolve-se a visão geral e a análise técnica do sistema DOI e apresenta-se o modelo de aplicação e atribuição de identificadores DOI em funcionamento nas principais agências registo DOI (Datacite e CrossRef). Por último, na quarta e quinta parte deste estudo, define-se o âmbito de aplicação em Portugal e modelos de governação com base no quadro das necessidades nacionais e estabelecem-se as principais linhas de ação e implementação no quadro das atividades do RCAAP.

Os identificadores únicos e persistentes são importantes?

São essenciais para que seja possível uma adequada gestão de informação em ambientes digitais. Um registo digital robusto, persistente, pesquisável e reutilizável em sistemas de gestão de informação académica e científica, requer uma infraestrutura baseada em padrões de interoperabilidade, protocolos, vocabulários acordados e identificadores únicos e persistentes. É neste contexto que surge o identificador DOI, concebido para a interoperabilidade, normalizado através da publicação da norma internacional ISO 26324:2012 e gerido a partir da International DOI Foundation (IDF). Um identificador DOI é permanentemente atribuído a um objeto de forma a fornecer uma ligação persistente e resolúvel para um objeto em redes digitais. O sistema DOI é implementado e operacionalizado por um conjunto de agências de registo que aplicam as políticas e ferramentas comuns designadas pela International DOI Foundation.

Este estudo procura definir os meios para facilitar a generalização da atribuição de identificadores DOI no contexto nacional, destinado sobretudo às teses, dissertações e outra literatura cinzenta, bem como a outras publicações científicas, académicas e resultados de investigação.

Consulte o Estudo no website RCAAP!

estudo

Os comentários deverão ser remetidos para o helpdesk@rcaap.pt do RCAAP até ao final do mês de Fevereiro.

Cooperação com o Brasil


Reunião RCAAP - IBICT

Realizou-se no dia 8 de Março nas instalações do IBICT – Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia, em Brasília, a reunião de arranque do projecto de cooperação luso-brasileira no domínio do acesso livre, que resulta do Memorando de Entendimento assinado pelos Ministro da Ciência e Tecnologia e Ensino Superior de Portugal e o Ministro da Ciência e Tecnologia do Brasil no passado dia 10 de Outubro de 2009.  Este projecto de cooperação foi integrado no plano de actividades de 2010 do RCAAP.

Para além da partilha de informação detalhada sobre a situação e as iniciativas relacionadas com o Acesso Livre e os repositórios em Portugal e no Brasil, esta reunião tinha como objectivos discutir e definir a forma como deverão ser concretizadas as acções constantes no Memorando de Entendimento já referido e definir o plano de trabalho, calendário e metodologias do projecto. Participaram na reunião em representação do RCAAP João Moreira (FCCN), Eloy Rodrigues (U.M. – Serviços de Documentação), José Carvalho (U.M. – Serviços de Documentação) e Miguel Ferreira (U.M. – Keep Solutions).  Do lado do IBICT estiveram presentes Hélio Kuramoto (coordenador geral de Pesquisa e Manutenção de Produtos Consolidados),  Bianca Amaro de Melo (coordenadora dos laboratórios de Metodologias de Tratamento e Disseminação da Informação) , Marisa Brashcer (professora do Departamento da Ciência da Informação da Universidade de Brasília) bem como outros técnicos do Instituto.

A reunião foi muito produtiva,  decorreu num ambiente de grande cordialidade, revelou a existência de uma ampla partilha de pontos de vista e motivação para a concretização dos objectivos da cooperação. Por tudo isto foi possível atingir os objectivos do encontro, tendo sido definidos os traços de gerais do plano e calendário de trabalho em 2010.

Ao longo deste ano iremos dando aqui notícia dos progressos registados neste importante projecto de cooperação que representa a concretização de um dos objectivos iniciais do RCAAP (a integração de Portugal nas iniciativas de Open Access a nível internacional).

Reunião RCAAP-IBICT

Repositório Comum

Repositório Comum

Repositório Comum

O RCAAP disponibilizou mais um serviço à comunidade científica nacional: o Repositório Comum, que está acessível em http://comum.rcaap.pt/.

O Repositório Comum  é  um serviço destinado a todos os investigadores que estejam associados a instituições do sistema científico nacional (designadamente, centros de investigação públicos ou privados, universidades, institutos politécnicos) que não possuam repositório institucional próprio. Através do Repositório Comum, esses investigadores passam a dispor de um local onde podem arquivar e tornar acessível a sua produção científica (artigos publicados, comunicações aceites e publicadas em conferências, teses e dissertações aprovadas).

O Repositório Comum proporcionará uma visibilidade acrescida, e potencialmente maior impacto, às publicações dos autores que o utilizarem, uma vez que estará integrado no Portal RCAAP e  através dele na B-On.  A utilização do Repositório Comum é gratuita, e não implica qualquer limitação à utilização das publicações pelos autores, uma vez que apenas é exigida uma licença não-exclusiva para arquivar e dar acesso aos documentos depositados.

O Repositório Comum vem assim completar o portefólio de serviços disponibilizados pelo RCAAP juntando-se assim ao serviço de agregação no portal RCAAP e ao Serviço de Alojamento de Repositório Institucional.

Por tudo isto, aguardamos com expectativa a utilização deste repositório pelos investigadores portugueses. Agora nenhum investigador do sistema científico nacional poderá dizer que não tem um repositório onde depositar a sua produção científica: no Repositório Comum há um lugar para o seu saber!