Projeto RCAAP adere às comemorações do Carnaval

No Carnaval ninguém leva a mal! Pode parecer uma afirmação descomedida mas,  a verdade é que o Carnaval é sinónimo de diversão, criatividade, sátira e muita folia.

Também conhecido como Entrudo, o Carnaval é uma festa pagã que se comemora em Portugal, sempre a uma terça-feira, 40 dias antes do domingo de Páscoa. Este intervalo de tempo é denominado pela Igreja Católica de Quaresma, período marcada pelo “adeus à carne” dado que, no dia seguinte, se inicia o período de jejum e privações.

Presentemente a efeméride comemora-se um pouco por todo o país e o portal RCAAP alia-se às comemorações.

Nesta quadra repleta de tradições, não deixe de consultar e partilhar o que o portal RCAAP agrega sobre a temática.

Sugerimos alguns exemplos de entre muitos outros disponíveis no portal:

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A PROELIUM no portal RCAAP

A revista PROELIUM da Academia Militar passou a integrar o Portal RCAAP.

Trata-se de uma revista de divulgação científica para todos os investigadores / autores nacionais e internacionais submeterem comunicações e trabalhos de investigação originais.

A PROELIUM aceita comunicações e trabalhos de investigação originais das diferentes áreas científicas que possam contribuir para a Defesa e Segurança de uma forma geral.

Esta revista oferece acesso livre imediato ao seu conteúdo, seguindo o princípio de que disponibilizar gratuitamente o conhecimento científico ao público proporciona maior democratização mundial do conhecimento.

Atualmente tem já 53 registos integrados.

Boas práticas: Inserir TID nas Teses e Dissertações – como fazer?

Sabia que a inserção do identificador TID nas Teses e Dissertações já depositadas é um procedimento muito simples?

Recordamos que o TID é um identificador numérico composto por 9 números que identifica o registo da tese ou dissertação na DGEEC. Este identificador é criado na Plataforma RENATES e mantido pela DGEEC: https://renates.dgeec.mec.pt/ 

São abrangidos legalmente neste processo todos os trabalhos (uma tese de doutoramento, um trabalho previsto nas alíneas a) e b) do n.º 2 do artigo 31.º do Decreto -Lei n.º 74/2006, de 24 de março, na redação dada pelo Decreto -Lei n.º 115/2013, de 7 de agosto, uma dissertação de mestrado ou um trabalho de projeto ou relatório previstos na alínea b) do n.º 1 do artigo 20.º do mesmo diploma legal) que conferem o grau de mestre ou de doutor de acordo com a seguinte legislação:

No website do Projeto RCAAP é possível consultar mais informação prática sobre este tema.

No contexto dos SARI’s, como fazer?

No contexto dos Repositórios Institucionais integrados no Serviço de Alojamento de Repositórios Institucionais (SARI), todo o worflow já está configurado e disponível para receber o TID aquando do depósito ou, mais tarde, na edição dos trabalhos já depositados. Este processo aplica-se também aos repositórios que tenham incorporado os requisitos para as teses e dissertações.

No momento de depósito dos trabalhos que já tenham sido previamente registados na plataforma RENATES, basta inserir o identificador no seguinte campo:

Para os trabalhos que já tinham sido depositados mas que só agora se efetou o registo ou que só agora se tomou conhecimento do identificador TID, basta localizar o trabalho e efetuar a edição do mesmo:

1- Editar o Registo

2 – Adicionar um novo campo “dc.identifier.tid” com a indicação do TID

3 – Clicar em atualizar para guardar as alterações efetuadas. 

Após este processo, o registo do repositório possui adeaquadamente o TID e permitirá a sua divulgação nos restantes sistemas.

O Interface OAI-PMH

Tecnicamente, o próximo passo é a exibição da informação do TID no protocolo OAI-PMH do repositório. Por norma, o OAI-PMH do repositório é atualizado diariamente, pelo que um trabalho depositado ou editado num dia ficará apenas disponível nesse interface no dia seguinte.

Para consultarem o endereço OAI-PMH, na maior parte dos casos basta adicionar ao endereço do repositório o valor “/oai/request”, por exemplo, o repositório Comum: https://comum.rcaap.pt tem o OAI-PMH em: https://comum.rcaap.pt/oai/request . Podem consultar os endereços OAI-PMH dos repositório no diretório do Portal RCAAP: https://www.rcaap.pt/directory.jsp .

Após identificarem o endereço do OAI-PMH do vosso repositório, podem verificar no menu “Identifiers” os trabalhos do repositório e os metadados expostos.

Para consultar um item em particular, basta clicar no primeiro item que aparece na lista em “View Details”.

E substituir o último número no URL pelo número do trabalho que pretendem analisar. Por exemplo, neste caso substituir o 12 por 20184.
https://comum.rcaap.pt/oai/request?verb=GetRecord&metadataPrefix=oai_dc&identifier=oai:comum.rcaap.pt:10400.26/12

Passa a https://comum.rcaap.pt/oai/request?verb=GetRecord&metadataPrefix=oai_dc&identifier=oai:comum.rcaap.pt:10400.26/20184.

Neste caso, vamos ver o que é exposto no OAI-PMH para o trabalho: https://comum.rcaap.pt/handle/10400.26/20184

Na listagem dos elementos de metadados conseguimos identificar o TID do trabalho corretamente exposto:

Neste caso em particular, o TID está corretamente exposto pelo repositório. O próximo passo é o Portal RCAAP identificar e agregar essa informação.

No Portal RCAAP

O Portal RCAAP agrega diariamente todos os recursos (revistas e repositórios) integrados e no caso das teses e dissertações, identifica e guarda o TID associado a cada trabalho. Uma vez que essa informação é administrativa, não é apresentada para os utilizadores finais no interface do Portal.

Considerando os períodos de indexação do OAI-PMH do repositório, o período de agregação do Portal RCAAP e o período de consulta do RENATES ao Portal, um trabalho depositado no repositório pode demorar 3 -4 dias a ficar totalmente fechado.

No caso do Portal RCAAP, o RENATES consulta a API do Portal para obter informação de um determinado item com base no identificador TID. Se encontrar um registo com a identificação correta, o trabalho é automaticamente fechado no RENATES.

Para verificarem se o TID está no Portal podem aceder ao seguinte URL, devendo apenas substituir o valor do “identifier” no final pelo TID desejado:

https://www.rcaap.pt:443/api/v1/documents?page=1&&jsonp=rcaapCallback&&resultsPerPage=10&includeAllRepositories=true&&&&&&&&&&&&&identifier=201816962

Em alguns casos particulares, o Portal RCAAP pode não atualizar e identificar os TIDs dos trabalhos, sendo necessário agregar totalmente o repositório para que essas alterações sejam consideradas. Por norma, pode acontecer nos casos de introdução retrospetiva do TID quando o registo não é devidamente exposto com a data de atualização. Nestes casos particulares, contacte o helpdesk do RCAAP para que se proceda à agregação total.

No contexto dos Repositórios com Gestão Local, como fazer?

No contexto dos Repositórios Institucionais locais que não são abrangidos pelo Serviço de Alojamento de Repositórios Institucionais (SARI) deverão implementar os seguintes requisitos:

Estas instruções têm por base a plataforma DSpace 5.x, contudo, os requisitos base são idênticos para outras plataformas.

Anais IHMT: último recurso a integrar o Portal RCAAP

A revista Anais do Instituto de Higiene e Medicina Tropical passou a integrar o Portal RCAAP.

Trata-se de uma revista em formato digital, de Acesso Aberto, pertencente ao Instituto de Higiene e Medicina Tropical da Universidade Nova de lisboa, em que o painel diretivo é constituído por editores nacionais e internacionais para as diferentes áreas de especialidade.

Neste  momento, conta com 13 registos agregados.

Revista i-ETC integra Portal RCAAP na OAW2017

A revista i-ETC – ISEL Academic Journal of Electronics, Telecommunications and Computers integra o Portal RCAAP em plena Open Access Week 2017.

Trata-se de uma revista em formato digital, de Acesso Aberto e com revisão científica realizada por pares, editada pela área departamental de Engenharia de Eletrónica, Telecomunicações e Computadores do ISEL, Instituto Superior de Engenharia de Lisboa.

Contempla contribuições originais e artigos de revisão de investigação teórica e experimental, tanto a nível fundamental como aplicado, no âmbito de todos os campos da Engenharia da Eletrónica, Telecomunicações e Computadores.

O processo de revisão é conduzido de modo a melhorar a qualidade dos artigos submetidos por jovens investigadores, possibilitando um acesso fácil a uma revisão científica rigorosa realizada por pares, sem o pagamento de quaisquer taxas de publicação.

Semana Internacional de Acesso Aberto: 23 a 29 de outubro de 2017

Começa hoje a Semana Internacional de Acesso Aberto, evento global com atividades à escala local, que tem como objetivo disseminar o Acesso Livre ao Conhecimento, com o lema: Everywhere.

Esta iniciativa teve início em 2007 com um “dia do acesso livre” e desde 2009 que tem vindo a crescer tendo sido prolongada e transformada em “Semana do Acesso Aberto”.

Como tem sido habitual, trata-se de um evento promovido pelo SPARC (Scholarly Publishing and Academic Resources Coalition). Toda a informação relacionada com a atividade internacional está disponível em www.openaccessweek.org.

A adesão do Projeto RCAAP a esta iniciativa ocorre no âmbito das suas atividades de comunicação. Tem como propósito reunir sinergias para fazer desta semana, um evento significativo a nível nacional, com impacto no meio científico e académico e, deste modo, reforçar a importância dos repositórios institucionais e, em consequência, promover o Acesso Aberto em Portugal.

Recomendamos que todas as Instituições / Revistas nos façam chegar, em diferentes formatos, todas as atividades que pretendem realizar neste âmbito.

Convidamos cada um de vós a consultar o website, a reutilizar os materiais promocionais e a consultar e aplicar o kit de apoio à divulgação da OAW, ferramentas produzidas no âmbito do grupo de trabalho de divulgação do projeto RCAAP.

As iniciativas individuais ou coletivas são importantes!

Saibam +  em:

http://www.acessolivre.pt/semana/

https://www.facebook.com/rcaap

Artifactory, uma solução adotada pelo RCAAP

O Projeto RCAAP passou a usar uma ferramenta, em regime Software as a Service (SaaS) para disponibilização de binários de código aberto.

A tecnologia por detrás dos repositórios científicos RCAAP, DSpace, assenta na linguagem de programação Java. Alguns projetos e outros que planeamos desenvolver, recorrem à tecnologia Apache MavenTM para a gestão de dependências, bibliotecas de código externas que são necessárias integrar nos projetos em curso. É essencialmente por esta característica do Maven, da gestão de dependências, que urge a necessidade de uma ferramenta que possibilite o acesso livre à comunidade, de bibliotecas de código úteis que possam ser integradas nos seus projetos.

O RCAAP tem e terá bibliotecas de código que estão em código aberto e que, para facilitar o uso por terceiros e por uma questão de conveniência, é útil que estejam pré-criadas. No RCAAP quisemos transferir e centralizar as bibliotecas que temos (algumas que foram desenvolvidas e são mantidas por terceiros) de modo a que fiquem acessíveis num único repositório público de acesso livre.

A equipa técnica estudou e testou um conjunto de software: Apache Archiva; JFrog Artifactory Open Source e Sonatype Nexus OSS. e concluiu que o JFrog Artifactory for OpenSource Software era a solução que preenchia os requisitos que inicialmente foram definidos. Foi apresentada uma candidatura para o uso desta solução em modo de Software as a Service (SaaS) que foi aceite pela JFrog.

A solução está neste momento acessível publicamente e poderá ser acedida através do endereço:

https://fccn.jfrog.io/fccn

 

 

 

Post escrito por: Paulo Graça – FCCN

ConfOA 2017: apresentações e vídeos já disponíveis

Encontram-se já disponíveis as apresentações e os vídeos da 8ª Conferência Luso Brasileira de Acesso Aberto, evento que se realizou na Fiocruz – Fundação Oswaldo Cruz, em parceria com a FCCN, os Serviços de Documentação da Universidade do Minho e o IBICT, nos dias 4, 5 e 6 de outubro de 2017.

À semelhança do que tem vindo a acontecer, a edição deste ano superou as expectativas:

  • Apresentações:
    • 7 Comunicações
    • 36 Pechas Kuchas
    • 50 Pósteres
  • Participantes:
    • 275 participantes
    • 47 participantes no Workshop Gestão de Repositórios Integrados
    • 38 participantes np Workshop Gestão de Dados de Pesquisa: os princípios FAIR e as estratégias institucionais
  • Redes Sociais:
    • 22.207 alcance geral
    • 5604 pessoas alcançadas pelos vídeos
    • 620 visualizações na página
    • 1645 likes na página do Facebook da Conferência.
  • Trasnmissão:
    • 510 acessos, divididos por 20 estados do Brasil e 6 países.

Destaca-se também a abrangência dos temas abordados, sem descurar o histórico temático da conferência, ampliando-se o escopo do Acesso Aberto à Ciência Aberta.

A 8ª Conferência Luso-Brasileira de Acesso Aberto reuniu as comunidades portuguesa e brasileira que desenvolvem atividades de investigação, desenvolvimento, gestão de serviços e definição de políticas, relacionadas com o acesso aberto ao conhecimento, através de repositórios e de revistas de acesso livre.

A próxima ConfOA terá lugar no ISCTE-IUL, em Lisboa, nos dias 2, 3 e 4 de outubro de 2018.

ISCTE-IUL acolhe ConfOA 2018

Terminado o prazo de candidatura ao acolhimento da 9ª Conferência Luso-Brasileira sobre Acesso Aberto, os dias seguintes foram de análise às 3 candidaturas recebidas:

  • ISCTE-IUL – Instituto Universitário de Lisboa
  • IPP – Instituto Politécnico de Portalegre
  • UP – Universidade do Porto

O processo de seleção teve em consideração critérios como a localização geográfica, a facilidade de acesso, os espaços disponíveis, os serviços de áudio e vídeo, o apoio local foram alguns dos fatores tidos em conta.

O processo de seleção procurou ainda assegurar a diversidade de entidades e distribuição geográfica, tendo dado prioridade a entidades e locais onde recentemente não se tenham realizado eventos desta envergadura.

Em resultado deste processo, o ISCTE-IUL – Instituto Universitário de Lisboa foi o selecionado para acolher a ConfOA 2018, nos dias 2, 3 e 4 de outubro.

A todas as Instituições que se disponibilizaram a enviar as suas candidaturas agradecemos o empenho e o interesse manifestados.